A FORMAÇAO CONTINUADA: POR QUE PROFESSORES DA REDE PÚBLICA NÃO PARTICIPAM DE FORMAÇÃO CONTINUADA? ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A PRÁXIS DOCENTE

A FORMAÇAO CONTINUADA: POR QUE PROFESSORES DA REDE PÚBLICA NÃO PARTICIPAM DE FORMAÇÃO CONTINUADA? ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A PRÁXIS DOCENTE.

Este artigo analisa as construções teóricas relativas à Formação Continuada e a Práxis docente, tendo em vista o porquê do professor da rede pública não vir participando da formação continuada. Para tanto, discute: a carga horária de trabalho; como são oferecidos os cursos de formação continuada; o...

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Journal Title: Itinerarius Reflectionis
First author: Josino Lucindo Mendes Júnior
Other Authors: Claudinéia Feitosa;
Simone Carvalho Carneiro Souza Carvalho
Palabras clave:
Language: Portuguese
Get full text: https://www.revistas.ufg.br/rir/article/view/20366
Resource type: Journal Article
Source: Itinerarius Reflectionis; Vol 6, No 2 (Year 2010).
DOI: http://dx.doi.org/10.5216/rir.v2i9.1106
Publisher: Universidad Federal de Goiás
Usage rights: Otros O material publicado pela revista poderá ser reproduzido para uso pessoal e acadêmico, desde que citada a fonte, incluindo a URL da revista.
Categories: Social Sciences/Humanities --> Humanities, Multidisciplinary
Abstract: Este artigo analisa as construções teóricas relativas à Formação Continuada e a Práxis docente, tendo em vista o porquê do professor da rede pública não vir participando da formação continuada. Para tanto, discute: a carga horária de trabalho; como são oferecidos os cursos de formação continuada; o despreparo docente para a pesquisa como instrumento de ensino e aprendizagem; o desenvolvimento no educador de uma prática pedagógica reflexiva; a concepção de formação continuada por parte dos graduandos em pedagogia, a participação em cursos, oficinas e palestras como critério de seleção na distribuição de cargos para professores da rede pública. A metodologia utilizada foi comparativa indutiva subsidiada pela técnica de entrevista dirigida por meio de questionário. Os resultados alcançados foram à constatação de uma sobrecarga de trabalho, stress da profissão, baixa remuneração, desvalorização do profissional da educação, condições precárias de trabalho, como ainda o descaso político por uma educação pública de qualidade.