A hermenêutica junguiana em estudo: aplicações possíveis na pesquisa qualitativa em Psicologia

A hermenêutica junguiana em estudo: aplicações possíveis na pesquisa qualitativa em Psicologia

Este artigo teórico caracteriza a hermenêutica junguiana e propõe aplicações dela na pesquisa qualitativa em Psicologia. Textos de Jung e de comentadores dele a respeito dessa hermenêutica constituíram a amostra de análise deste estudo cujos resultados foram organizados mediante as seguintes categor...

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Journal Title: Revista de Psicologia
Author: Luis Gustavo Vechi
Palabras clave:
Language: Portuguese
Get full text: http://www.periodicos.ufc.br/psicologiaufc/article/view/18806
Resource type: Journal Article
Source: Revista de Psicologia; Vol 9, No 2 (Year 2018).
Publisher: Universidade Federal do Ceará
Usage rights: Reconocimiento - NoComercial (by-nc)
Categories: Health Sciences, Social Sciences/Humanities --> Psychology, Applied
Health Sciences, Social Sciences/Humanities --> Psychology, Biological
Health Sciences, Social Sciences/Humanities --> Psychology, Psychoanalysis
Abstract: Este artigo teórico caracteriza a hermenêutica junguiana e propõe aplicações dela na pesquisa qualitativa em Psicologia. Textos de Jung e de comentadores dele a respeito dessa hermenêutica constituíram a amostra de análise deste estudo cujos resultados foram organizados mediante as seguintes categorias obtidas com a pesquisa: “o termo ‘hermenêutica’ na Psicologia de Jung”, “a epistemologia esse in anima”, “a atitude simbólica ou a realidade como símbolo”, “as quatro etapas do método de leitura da hermenêutica junguiana”, “a orientação teleológica na compreensão de sentido” e “o discurso e o iconográfico como material empírico na hermenêutica junguiana”. A aplicação dos seguintes procedimentos dessa hermenêutica na pesquisa qualitativa em Psicologia foram propostos: “a atitude simbólica do pesquisador: circunscrever a realidade como símbolo”; “a epistemologia esse in anima”; “os símbolos discurso e iconográfico de indivíduos, grupos ou culturas como material empírico”; “a compreensão do símbolo como meio de se investigar um tema/problema de estudo”; “a leitura do símbolo mediante os procedimentos ‘deixar acontecer’, ‘engravidar e objetivar’ e ‘confrontar-se com e se diferenciar de’ e ‘amplificação’” e “a perspectiva teleológica que prioriza a identificação de finalidade e de propósito em vez de causa e de explicação no processo de entendimento do símbolo”.