Et in Florentina ego: Luigi Fiacchi e o Locus amoenus

Et in Florentina ego: Luigi Fiacchi e o Locus amoenus

Busca-se, neste artigo, trazer à discussão o conceito de locus amoenus, uma denominação corrente do locus communis (tópos, para os gregos) que remete à paisagem ideal, conforme os preceitos da poesia idílica antiga. O locus amoenus será aqui descrito e analisado, a partir da poesia italiana do setec...

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Título traducido: Et in Florentina ego: Luigi Fiacchi e o Locus amoenus
Título de la revista: Letras
Primer autor: Henrique Fortuna Cairus
Otros autores: Jeannie Bressan Annibolete de Paiva
Palabras clave:
Palabras clave traducidas:
Idioma: Portugués
Enlace del documento: https://periodicos.ufsm.br/letras/article/view/37946
Tipo de recurso: Documento de revista
Fuente: Letras; No Especial 1 (Año 2019).
DOI: http://dx.doi.org/10.5902/2176148537946
Entidad editora: Universidade Federal de Santa Maria
Derechos de uso: Otros Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não comerciais
Materias: Ciencias Sociales y Humanidades --> Cine, Radio y Televisión
Ciencias Sociales y Humanidades --> Folclore
Ciencias Sociales y Humanidades --> Humanidades
Resumen: Busca-se, neste artigo, trazer à discussão o conceito de locus amoenus, uma denominação corrente do locus communis (tópos, para os gregos) que remete à paisagem ideal, conforme os preceitos da poesia idílica antiga. O locus amoenus será aqui descrito e analisado, a partir da poesia italiana do setecentos, mais especificamente nas fábulas de Luigi Fiacchi, poeta e sacerdote católico do século XVIII, privilegiando as referências, diretas ou não, à Antiguidade que seu autor, conhecido pelo epíteto “Il Clasio”, permite entrever nas próprias fábulas.
Resumen traducido: In this paper, we aim to bring to discussion the concept of locus amoenus, a common denomination of locus communis (topos, for the greeks), that makes reference to the ideal landscape according to the norms of the ancient idyllic poetry. We will describe and analyze the locus amoenus from an 18th century Italian poetry perspective, more specifically from the fables of Luigi Fiacchi, a poet and Catholic priest of that century. The analysis will focus on the references, either direct or not, that the author, known by the epithet ‘Il Casio’, does to the Classical Antiquity.