MEMÓRIA ANCESTRAL e o Brasil contemporâneo – Tradição junguiana e o inconsciente brasileiro

MEMÓRIA ANCESTRAL e o Brasil contemporâneo – Tradição junguiana e o inconsciente brasileiro

Este artigo tem como seu ponto de partida algumas teses fundamentais da psicologia arquetípica, teses desonvolvidas por C. G. Jung e na virada dos anos 1960 e 1970 extensivamete desenvolvidas pelo James Hillman: 1) a imagem como manifestação primária e viva da psique e não como conceito teórico, 2)...

Saved in:
Journal Title: Légua & meia
Author: Ales Vrbata
Palabras clave:
Language: Portuguese
Get full text: http://periodicos.uefs.br/index.php/leguaEmeia/article/view/2615
Resource type: Journal Article
Source: Légua & meia; No 7 (Year 2016).
DOI: http://dx.doi.org/10.13102/lm.v7i1.2615
Publisher: Universidade Estadual de Feira de Santana
Usage rights: Reconocimiento - NoComercial - SinObraDerivada (by-nc-nd)
Categories: Social Sciences/Humanities --> Literature
Abstract: Este artigo tem como seu ponto de partida algumas teses fundamentais da psicologia arquetípica, teses desonvolvidas por C. G. Jung e na virada dos anos 1960 e 1970 extensivamete desenvolvidas pelo James Hillman: 1) a imagem como manifestação primária e viva da psique e não como conceito teórico, 2) a necessidade do mito cultural vivo de cada comunidade humana, 3) aconsciência como titular das polaridades (oposições). Estas três teses podem servir como ponto de partida para a interpretação do encontro histórico da cultura europeia/portuguesa do século XVI e da cultura das tribos indígenas brasileiras e por isso também para a interpretação da cultura contemporâneabrasileira. São justamente essas teses que formam a base do pensamento do analista Roberto Gambini. Este estudo pretende apresentar o pensamento de Gambini sobre a identidade e a alma brasileira e referir-se as outras perspectivas junguianas abertas por conceito recente do “complexocultural” e como é aplicado nas condições brasileiras.