Existe uma filosofia schopenhaueriana da vida? A questão da espécie como Ideia

Existe uma filosofia schopenhaueriana da vida? A questão da espécie como Ideia

Existe uma filosofia schopenhaueriana da vida? Muitos indícios poderiam fazer pensar que sim, mas um potente obstáculo eleva-se contra essa afirmação: a determinação schopenhaueriana da espécie como Ideia, isto é, como essência platônica. Mas um exame mais aprofundado da noção schopenhaueriana de “I...

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Translated title: Existe uma filosofia schopenhaueriana da vida? A questão da espécie como Ideia
Journal Title: Voluntas
Author: Arnaud François
Palabras clave:
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Language: Portuguese
Get full text: https://periodicos.ufsm.br/voluntas/article/view/34076
Resource type: Journal Article
Source: Voluntas; Vol 2, No 2 (Year 2011).
DOI: http://dx.doi.org/10.5902/2179378634076
Publisher: Universidade Federal de Santa Maria
Usage rights: Reconocimiento - NoComercial - CompartirIgual (by-nc-sa)
Categories: Social Sciences/Humanities --> Philosophy
Abstract: Existe uma filosofia schopenhaueriana da vida? Muitos indícios poderiam fazer pensar que sim, mas um potente obstáculo eleva-se contra essa afirmação: a determinação schopenhaueriana da espécie como Ideia, isto é, como essência platônica. Mas um exame mais aprofundado da noção schopenhaueriana de “Ideia”, cujo presente artigo esforça-se por bem conduzir, permite perceber que a “Ideia” schopenhaueriana é antes de tudo um ato, talvez um ato da própria natureza daquilo que Bergson denominou o “simples”. Desse modo, compreender-se-iam os textos tardios e pouco conhecidos de Schopenhauer, nos quais ele parece, contra o que sustentou até então, aceitar a Ideia de evolução.
Translated abstract: Is there a Schopenhauer's philosophy of life? Much evidence might have you think so, but raises a potent barrier against this statement: the Shopenhauer's determination of species as idea, i.e., as Platonic essence. But a closer examination of Schopenhauer's notion of "idea", which this article strives to lead well,allows the perception that the Schopenhauer's "Idea" is above all an act, perhaps an act of the very nature of what Bergson called the "simple". Thus, it is possible to understand the late and not well known texts of Schopenhauer, in which he appears, contrary to which he held so far, to accept the idea of evolution.