Ceferin celebra novo formato da Champions e critica ideia de crise no futebol
“Nosso novo formato gerou mais interesse. Alguns diziam que perderia apelo, mas aconteceu o oposto. Não sei se acreditam em dados ou em contos de fadas, mas insistem que o futebol está em crise”, provocou o esloveno.
A principal mudança na Champions foi a ampliação de 32 para 36 clubes e a substituição dos tradicionais oito grupos por uma fase única de pontos corridos. Cada time disputa oito jogos, e os oito melhores avançam às oitavas. Já os times entre a 9ª e a 24ª posição jogam um mata-mata extra para seguir na competição. A ideia da Uefa era aumentar o número de clássicos e manter a disputa acirrada até a última rodada.
A reformulação foi, em grande parte, uma resposta à tentativa de criação da Superliga Europeia, liderada por clubes como Real Madrid e Barcelona. Ceferin criticou duramente o projeto e exaltou o crescimento do futebol continental.
“Eles querem dividir e destruir; nós nos unimos e construímos. Dizem que apenas os melhores devem se enfrentar, mas Atalanta e Olympiacos foram campeões recentemente. A seleção de San Marino venceu partidas, a Eurocopa teve 5 bilhões de espectadores. Tivemos 230 milhões de fãs em nossos torneios. Como podem dizer que o futebol está em crise? Os que estão em crise são os cínicos e oportunistas”,disparou.
Embora o projeto da Superliga ainda conte com apoio de alguns gigantes europeus, a pressão da Uefa e a ameaça de sanções afastaram muitos clubes da ideia, consolidando a Champions League como o principal torneio de clubes do continente.
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