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Aston Martin enfrenta início difícil na F1 2026, e Alonso mantém confiança: “Ainda sou competitivo”

O começo da temporada 2026 da Fórmula 1 tem sido mais complicado do que o esperado para a Aston Martin. Problemas de confiabilidade, especialmente ligados à unidade de potência, têm prejudicado o desempenho do carro e limitado os resultados nas primeiras etapas do campeonato.

As falhas recorrentes e as vibrações no motor vêm afetando não apenas o rendimento nas pistas, mas também a durabilidade do equipamento. Como reflexo, a equipe sofreu com abandonos, falta de ritmo competitivo e dificuldade para completar corridas, um cenário distante das expectativas criadas antes do início da temporada.

Parte desse desempenho abaixo passa pela pré-temporada irregular. Com baixa quilometragem nos testes, a Aston Martin teve pouco tempo para entender e ajustar o pacote técnico, o que se reflete agora nas corridas.

Mesmo diante das dificuldades, Fernando Alonso mantém o discurso firme. Aos 44 anos e com contrato renovado até o fim de 2026, o espanhol reforça que ainda se sente competitivo e motivado para seguir na elite do automobilismo.

“Eu amo o que faço. Corro desde os três anos, então é praticamente minha vida inteira ao volante. Quando esse momento de parar chegar, será uma decisão difícil. Mas, sinceramente, não sinto que seja agora. Me sinto competitivo, motivado e feliz quando piloto”, afirmou em entrevista ao site oficial da categoria.

O cenário recente reforça os desafios enfrentados pela equipe. Tanto Alonso quanto Lance Stroll abandonaram as etapas da Austrália e da China por problemas mecânicos, sem conseguir completar as provas.

No entanto, houve um pequeno sinal de evolução no Grande Prêmio do Japão, disputado no tradicional Circuito de Suzuka. Alonso conseguiu completar as 52 voltas da corrida, ainda que tenha terminado apenas na 18ª posição, o que já representou um avanço em termos de confiabilidade.

Agora, a expectativa da equipe é virar a chave com a sequência do calendário. O próximo desafio será o Grande Prêmio de Miami, onde a Aston Martin espera dar sinais mais claros de recuperação e começar, enfim, a transformar potencial em resultado

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