The Feminine in the “Reporter Book”: An Epistemological View on Gender and Journalistic Practices

The Feminine in the “Reporter Book”: An Epistemological View on Gender and Journalistic Practices

This article is part of an exploratory movement from a post-doctoral study. Statements taken from interviews with Eliane Brum, Fabiana Moraes and Alexandra Lucas Coelho, authors of reporter books who integrate the role of subjects and the research corpus, revealed actions of resistance towards the f...

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Journal Title: Brazilian journalism research
First author: Márcia Veiga da Silva
Other Authors: Beatriz Marocco
Traslated keyword:
Language: Undetermined
Get full text: https://bjr.sbpjor.org.br/bjr/article/view/1029
Resource type: Journal Article
Source: Brazilian journalism research; Vol 14, No 1 (Year 2018).
DOI:
Publisher: Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo
Usage rights: Reconocimiento - NoComercial - SinObraDerivada (by-nc-nd)
Categories: Social Sciences/Humanities --> Communication
Abstract: This article is part of an exploratory movement from a post-doctoral study. Statements taken from interviews with Eliane Brum, Fabiana Moraes and Alexandra Lucas Coelho, authors of reporter books who integrate the role of subjects and the research corpus, revealed actions of resistance towards the form of journalistic objectification. Journalism was observed through the prism of gender, focusing on discourses from reporters on professional practices that subvert the dominant masculine logic and elaborate an interpretation of journalistic knowledge. A set of practices emerge, identified as feminine, which are inhibited and diminished in the hierarchies of journalistic values. It provides a more complex lens for observing reality and subjects; it demonstrates the inability of journalistic objectification, forged in the nineteenth century, for reading in the twenty-first century world. It suggests thinking about new and necessary eyes through which to see journalistic practices and the criticism of journalism. Este artigo é parte dos movimentos exploratórios de pesquisa de pós-doutorado. A partir dos depoimentos das jornalistas Eliane Brum, Fabiana Moraes e Alexandra Lucas Coelho, autoras de livros de repórter que integram o rol dos sujeitos e o corpus de pesquisa, encontramos pistas das ações de resistência ao modo de objetivação jornalística. Neste exercício reflexivo, o jornalismo é observado pelo prisma de gênero focalizando nos discursos das repórteres sobre as práticas profissionais que subvertem as lógicas masculinistas dominantes e elaboram uma exegese do saber jornalístico. Um conjunto de práticas foi identificado como fazendo emergir o feminino interditado e inferiorizado nas hierarquias de valores do jornalismo. Sugere lentes mais complexas pelas quais a realidade e os sujeitos podem ser observados; demonstra a incapacidade da objetivação jornalística, forjada no século XIX, para uma leitura do mundo no século XXI. Dá fôlego para que se pense os novos e necessários óculos a serem utilizados nas práticas jornalísticas e para a crítica do jornalismo.Este artículo hace parte de los movimientos exploratorios de una investigación postdoctoral. A partir de los depoimentos de las periodistas Eliane Brum, Fabiana Moraes y Alexandra Lucas Coelho, auctoras de libros de reportero, que forman parte del elenco de sujetos y el corpus de investigación, encontramos pistas de las acciones de resistencia al modo de objectivación periodística. En este ejencicio reflexivo, el periodismo es observado por el  viés de género poniendo en relieve los discursos de las repórteras-auctoras sobre las prácticas profissionales que subverten las lógicas masculinistas dominantes y elaboran una exegesis del saber periodístico. Un conjunto de prácticas fué identificado como responsable por la emergencia del femenino interditado e inferior en las hierarquias de valores del periodismo. Indica lentes más complejas a traves de las cuales la realidad y los sujeios pueden ser observados; demuestra la incapacidad de la objetivación periodística, forjada en el siglo XIX, para una lectura del mundo en el siglo XXI. Sugere que se piense las nuevas y necessarias lentes para las prácticas periodísticas y para la crítica del periodismo.