Conflito social e movimento estudantil no Chile

Conflito social e movimento estudantil no Chile

O presente artigo busca refletir sobre a forma como o governo chileno de Michelle Bachelet reagiu ao conflito desencadeado pelos estudantes secundaristas a partir de abril de 2006. Além de avaliar as reivindicações estudantis, pretendemos compreender o posicionamento expressado por alguns setores do...

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Journal Title: Revista Estudos Históricos
Author: Fernando De la Cuadra
Palabras clave:
Language: Portuguese
Get full text: http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/1368
Resource type: Journal Article
Source: Revista Estudos Históricos; Vol 21, No 42 (Year 2008).
Publisher: Fundação Getulio Vargas
Usage rights: Otros Permissão para o uso com propósitos lucrativos devem ser obtidos com o CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil - eh@fgv.br ou faleconosco.cpdoc@fgv.br.
Categories: Social Sciences/Humanities --> History of Social Sciences
Social Sciences/Humanities --> Social Sciences, Interdisciplinary
Social Sciences/Humanities --> History
Abstract: O presente artigo busca refletir sobre a forma como o governo chileno de Michelle Bachelet reagiu ao conflito desencadeado pelos estudantes secundaristas a partir de abril de 2006. Além de avaliar as reivindicações estudantis, pretendemos compreender o posicionamento expressado por alguns setores do governo e da sociedade política diante da emergência do conflito social. Propomos uma interpretação da atual experiência chilena e latino-americana a partir daquilo que chamamos de 'hipergovernabilidade', quer dizer, um empenho excessivo em manter a governabilidade através da 'solução antecipada' das demandas da sociedade. A análise das mobilizações estudantis respalda nosso argumento a respeito do temor que existe diante do conflito social, e da desmedida preocupação do Estado com a paz e a coesão social.