Economia criativa, cidades criativas: casos Latino-Americanos

Economia criativa, cidades criativas: casos Latino-Americanos

O contínuo investimento no desenvolvimento criativo das cidades parte de um entendimento da vida nas cidades como fonte inesgotavelmente rica e dinâmica, tanto para o desenvolvimento humano como econômico. A partir da hipótese que uma cidade pode se tornar paulatinamente mais criativa através da art...

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Título da revista: Diálogo com a Economia Criativa
Primer autor: Carolina Gallo Garcia
Outros autores: Stefano Florissi Florissi
Palavras chave traducidas:
Idioma: Indeterminado
Ligação recurso: http://dialogo.espm.br/index.php/revistadcec-rj/article/view/107
Tipo de recurso: Artigo de revista
Fonte: Diálogo com a Economia Criativa; Vol 2, No 5 (Ano 2017).
DOI: http://dx.doi.org/10.22398/2525-2828.2538-56
Entidade editora: Escola Superior de Propaganda e Marketing
Direitos de utilização: Reconocimiento (by)
Matérias: Ciências Sociais e Humanidades --> Ciências Sociais
Ciências Sociais e Humanidades --> Arquitetura
Ciências Sociais e Humanidades --> Arte
Resumo: O contínuo investimento no desenvolvimento criativo das cidades parte de um entendimento da vida nas cidades como fonte inesgotavelmente rica e dinâmica, tanto para o desenvolvimento humano como econômico. A partir da hipótese que uma cidade pode se tornar paulatinamente mais criativa através da articulação de sua comunidade e soluções governamentais, o presente trabalho visa apontar novas possibilidades e caminhos para o desenvolvimento com base em uma revisão teórico-metodológica de estudos sobre cidades criativas e dois estudos de caso de cidades latino-americanas que atuaram ativamente em suas renovações criativas: Buenos Aires, Argentina e Medellín, Colômbia. Ao final do artigo, buscamos compreender como tais exemplos podem auxiliar à reflexão do caso da cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. Com o intuito de propiciar um debate de ideias mais aprofundado, este artigo se deterá em questões mais pragmáticas sobre modelos de planejamento urbano apoiados prioritariamente em atividades culturais, buscando evidenciar o potencial gerador de bem-estar social e econômico da cultura, bem como proporcionar subsídios teórico-práticos que justifiquem a priorização de ações na agenda de políticas públicas direcionadas ao aumento da produção local de bens simbólicos.